Para Designer – Mr. Print – Gráfica Online

Procurando por sites com fontes gratuitas para o seu projeto? A gente tem algumas dicas pra te ajudar!

Sabe quando você está sentado(a) há um tempão no computador olhando para a sua peça mas algo não está caindo bem? Por várias vezes a fonte pode ser a causadora desse estranhamento, e encontrar o modelo ideal pode ser um exaustivo trabalho de tentativa e erro – e isso leva tempo.

Então, pensando em te ajudar a economizar esse tempo, juntamos aqui 5 dicas de sites com fontes gratuitas para o seu projeto!

5 sites com fontes gratuitas para Download:

Lembrando que existem opções de sites com fontes pagas que podem acabar sendo necessárias para a sua criação dependendo da proposta e identidade visual do cliente. No entanto, se esse não for o caso, aqui vai a nossa seleção:

1: Google Fonts


A gigante de tecnologia tem seu próprio acervo de fontes gratuitas que você pode conferir e baixar para usar sem preocupações. Fontes serifadas ou sem, escrita manual, o que for: é só procurar e você vai encontrar!

 

2: Dafont


Um clássico para quem já conhece, o Dafont é lar de dezenas de milhares de fontes gratuitas. Você vai encontrar de tudo, e o site conta com um filtro bem completo já de início para ajudar a segmentar suas categorias. 

 

3: Font Squirrel


Se seu objetivo é o uso de fontes para uso comercial, não pense duas vezes antes de conferir o Squirrel. O foco do site é justamente em fontes que possam ser usadas para esta finalidade, mas gratuitamente!

 

4: Urban Fonts


Outro acervo gigantesco (aos moldes do Dafont) e com boa experiência do usuário, o Urban é mais uma referência em fontes gratuitas que vale a pena conferir. Lembre-se apenas de se atentar se a fonte em questão pode ser usada para fins comerciais ou apenas pessoais.

 

5: Adobe Typekit



A solução da Adobe conta com centenas de opções em fontes gratuitas que podem ser diretamente sincronizadas com os softwares da empresa ou usadas para web.

Lembrando que existem opções de sites com fontes pagas que podem acabar sendo necessárias para a sua criação dependendo da proposta e identidade visual do cliente. No entanto, se esse não for o caso, aqui vai a nossa seleção:

Texto por André Schelgshorn


Calculando as dimensões do seu arquivo

Você sabe simular e planejar corretamente as dimensões da sua arte, em pixels, para que o seu tamanho em polegadas ou melhor, centímetros, saia do jeitinho que quis? Tem quem saiba, e tem que não saiba – e está tudo bem, porque se você não sabia fazer essa conversão antes, agora vai saber!

Vamos lá, hora da mágica!

Suponhamos que você tenha criado uma arte em um formato simples, um quadrado, para facilitar o exemplo. Esse arquivo tem uma dimensão de 1500×1500 pixels, e você quer saber qual seria o tamanho ideal que essa arte teria na impressão sem perda de qualidade. Vamos usar como base aqui os 300 DPI de saída para fechamento de arquivo ideal para termos um padrão mínimo de qualidade na clareza da impressão.

Se você ainda está começando no mundo do design e/ou impressão, é importante se familiarizar com a sigla DPI, ou Dots Per Inch, inglês para “pontos por polegada” (PPP em português). Essa medida determina a resolução de uma imagem impressa. Quanto maior a quantidade de pontos por polegada em uma imagem, mais nítida ela será quando passada para o papel, ou no caso, para a lona de um banner.

Vamos começar a magia dos números? Primeiro, você vai pegar a resolução dessa imagem e dividir pela resolução de saída, ou o famoso DPI. No nosso caso, estamos falando de dividir 1500×1500 pixels por 300 DPI. O resultado é 5, e como em DPI falamos de pontos por polegada, vamos multiplicar esse resultado pelo valor de uma polegada em centímetro, que é de 2,54 cm. Temos então um tamanho ideal de 12,7 centímetros, para que essa imagem possa ser impressa sem perda de qualidade em relação ao arquivo digital.

Se essa arte fosse impressa a 150 DPI, teríamos 7,5 polegadas, ou 19,05 cm, e por aí vai. Quanto menor o número de DPIs, maior tende a ficar a imagem, pois os pontos que a compõem serão menos ao todo, e portanto, maiores. Mas atenção: pontos maiores são seus inimigos no design. A resolução e fidelidade vão estar mais longe do planejado no seu computador (onde você provavelmente verá tudo com mais clareza pois o conteúdo está sendo exibido em pixels bem menores do que os DPIs impressos). Isso poderia ser remediado quando o material impresso é posto a uma distância maior de visualização do público, tornando essa imagem mais agradável como um todo, mas não é o ideal.

Para pensar a impressão de um material já em centímetros (unidade de medição de dimensões  que usamos no Brasil), a fórmula é diferente. Vamos supor que você queira que essa imagem tenha 15 cm de tamanho a 300 DPI. O primeiro passo é converter esses 15 cm em polegadas, então 15 ÷ 2,54, o que nos dá 5,905 polegadas. O próximo,é multiplicar essas 5,9 polegadas pelo DPI, no caso, 5,9 x 300. Nesse exemplo, sua arte precisará ter 1.770 pixels por 1.770 pixels (ainda estamos usando o exemplo quadrado). 

Para uma arte de tamanho retangular, o cálculo segue o mesmo, mas você vai fazer ele uma vez para cada lado, na mesma ordem.

E para descobrir o DPI de uma imagem impressa? Suponhamos que um arquivo foi impresso, novamente usando o primeiro exemplo do texto, com 1500 x 1500 pixels em uma imagem com 20 cm de tamanho. É só converter esses 20 cm em polegadas, o que dará 7,87 polegadas. Aí é só multiplicar o número de pixels por essas polegadas, e pronto: essa imagem foi impressa com 118 DPI. 

Legal, né? Na primeira vez, o cérebro pode dar aquela leve fritada, mas com o tempo fica super fácil de saber todas essas continhas sem dificuldades!

 

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Interessante, não é? Agora que você sabe mais sobre as possíveis ações que cada cor pode exercer e quais reações podem provocar, pode trabalhar sua paleta com mais propriedade, pensando não apenas no resultado visual e coerência visual, mas também nos resultados que procura atingir em meio ao seu público alvo. 

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Texto por André Schelgshorn


Como é possível estimular reações a partir de cores?

Seja em embalagens, peças ou até mesmo em um logo, as cores têm poder de persuasão e até mesmo de conversão.

É isso mesmo: a cor escolhida no design da embalagem de um produto, usada no logo de uma marca, ou que seja empregada na paleta de cores de uma peça publicitária pode influenciar em como ela será consumida pelo público e até mesmo ditar o seu sucesso.

Quantas vezes você não parou diante de uma peça, impressa ou digital, e admirou a arte usada mesmo que o produto ou a mensagem em si não tenha sido o seu foco? Isso com certeza teve a ver com o emprego das cores escolhidas. Da cor em si, aos tons utilizados, aquele estímulo visual foi atrativo o suficiente para prender a sua atenção. Existem estudos que procuram explicar a influência desse fenômeno nos processos de consumo da comunicação, e além: como certas cores podem converter mais de acordo com o produto e o público.

Esses estudos são conhecidos como parte do conceito de Psicologia das Cores, que classifica as diferentes sensações transmitidas por cada cor, e pode ajudar na hora de criar o seu design da maneira mais eficiente para o seu público. 

Cores e seu significado percebido

Vamos nos aprofundar um pouco mais nas cores em si e em como algumas delas influenciam na percepção, absorção e interpretação de peças e artes, mas com ênfase em marketing. Afinal, estudos indicam que até 93% dos consumidores levam a aparência de produtos, peças e embalagens como principal fator decisivo na hora da conversão.

Não só isso: Neil Patel, um dos top 10 melhores profissionais de marketing segundo a Forbes, aponta que até 85% do porquê você escolhe um produto/serviço é relacionado à escolha das cores utilizadas.

Por isso, é crucial que a equipe de design esteja sempre atenta não apenas às características de marca e produto, mas aos objetivos da comunicação e acima de tudo, ao perfil do público alvo. Há públicos e públicos, pessoas e pessoas, e cada um destes perfis de consumidores tem suas preferências e aversões. Por exemplo, a cor vermelha é a identidade da Coca-Cola há mais de um século.

Quando você vê uma peça da marca, ou uma embalagem, você espera que haja vermelho como cor predominante. Alguém que goste mais de Coca do que Pepsi vai ter uma reação mais positiva ao ver a cor vermelha em uma geladeira em comparação à cor azul, já que irá imediatamente associá-la à marca de preferência, aumentando as chances de conversão.

Quais cores usar?

Aqui entra bastante o conhecimento de marca, produto, público e mercado. Claro, você não vai usar uma cor apenas por gerar uma suposta reação no público. Você nunca viu uma peça do Facebook em amarelo, ou viu? Se sim, com certeza teria sido uma exceção, já que a marca é associada ao azul. Mesmo que seus designers quisessem em algum momento transmitir os sentimentos inerentes ao amarelo, a cor primária ainda seria o azul de alguma forma, com o intuito de não descaracterizar a comunicação.

Tendo isso em mente, é hora de explorar um pouco do que cada cor tem a oferecer com seu uso, e vamos começar por uma cor muito presente na nossa própria comunicação, o vermelho. Confira a lista de acordo com as definições por Neil Patel:

  • Vermelho: velocidade, força, paixão, desejo, energia, excitação e ira.
  • Preto: sofisticação, negação, elegância e formalidade.
  • Azul: espiritualidade, lealdade, fé, tranquilidade e confiança.
  • Amarelo: conhecimento, sabedoria, alegria, otimismo e esperança.
  • Rosa: saúde, felicidade, amor, inocência e charme.
  • Marrom: confiabilidade, estabilidade e simplicidade.
  • Branco: proteção, respeito, pureza, limpeza e paz.
  • Roxo/Violeta: realeza, erotismo, sabedoria, conhecimento e sensibilidade.
  • Verde: perseverança, autoconsciência, tenacidade, orgulho e vigor.
  • Laranja: energia, humor, calor, vibração e entusiasmo.
  • Dourado: riqueza, calor, preciosidade e opulência.
  • Prata: fascínio, suavidade, maciez e elegância.

Interessante, não é? Agora que você sabe mais sobre as possíveis ações que cada cor pode exercer e quais reações podem provocar, pode trabalhar sua paleta com mais propriedade, pensando não apenas no resultado visual e coerência visual, mas também nos resultados que procura atingir em meio ao seu público alvo. 

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Texto por André Schelgshorn


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Você quer um impresso capaz de fornecer o máximo de informações possíveis sobre o seu negócio, e quer fazer isso de forma eficiente – nada daqueles exageros de informação, literalmente sufocando o leitor. 

A sua solução? Um folder!

Os folders são materiais impressos divididos em dobras, permitindo seccionar o seu criativo. Um folder de uma dobra, se tornam basicamente 4 seções diferentes. Com duas dobras, você tem 6 seções separadas por vincos. Isso abre um universo de possibilidades criativas inimaginável, e permite ao seu impresso que veicule o máximo de informações possível (como abrimos o texto), podendo até a rivalizar ou ser superior à uma peça direcionando seu cliente para uma landing page virtual (um passo a mais em um processo de comunicação que poderia ser mais breve e assertivo).

Principalmente em feiras e eventos, o folder é a melhor forma de você montar um impresso que possa contemplar diferentes qualidades dos produtos ou serviços, enquanto apresentar sua empresa e quaisquer outras informações que você queira, de maneira segmentada e organizada.

Criatividade, mas com consistência

Pense que esse material será a primeira impressão que seu negócio passará, então é importante que além de um design compatível com a identidade visual da sua marca e/ou campanha, seja mantido um mesmo padrão através de todo o material, ou ao menos uma semelhança em todas as dobras – afinal não é porque as informações foram segmentadas que a identidade visual possa sofrer mudanças drásticas.

A organização e hierarquização dos elementos, informações e tudo mais que for veiculado nesse folder também precisa ser planejada com atenção. Você quer uma apresentação comercial que comece com seu logo e tagline, ou surpreender com algum diferencial logo de cara? Lembrando que pode haver continuidade entre uma dobra e outra, você pode conectá-las e criar um fluxo de leitura para influenciar a atenção do leitor.

Qual material usar na impressão?

Outro fator importante é o substrato e acabamento escolhidos. Para distribuição nas ruas, para campanhas mais curtas ou de menor verba, você pode optar por folders menores, com substrato de menor densidade e acabamento mais simples. Para disponibilização para seus clientes, veiculação e distribuição em feiras e demais eventos, é recomendado caprichar na apresentação, optando por folders maiores, substratos mais pesados (como um couchê 250g/m² para um folder 30 x 63 cm), e acabamentos mais sofisticados, como uma laminação fosca, que além de mais elegante, não produz reflexos, enquanto usa um envernizamento localizado em determinadas partes do seu impresso.

Por serem peças mais complexas, existe uma variedade de técnicas e práticas voltadas especificamente para esses materiais, mas isso vamos contar em outro texto! ; D

Texto por André Schelgshorn


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Bom, se você chegou aqui, imagino que você tem um plano em mente, mas talvez não saiba bem como colocá-lo em ação – e tenho quase certeza de que esse plano seja a montagem do seu cartão de visitas. Não tema: a Mr. Print é, como você bem sabe, a sua melhor parceira em gráficas online, e vamos te dar uma dica ou outra para ajudar no processo! Vamos lá?

Design: o começo, meio e fim do cartão de visitas.

O que será feito aqui, pode literalmente definir o sucesso, ou não, do cartão. Mas, o que seria o sucesso de um cartão de visitas? Bem, com certeza alguma vez você recebeu o cartão de algum profissional e apenas de bater os olhos, gostou do visual e o guardou. E por vezes, guardou até por muito tempo – mesmo que não contrate mais aquele profissional – simplesmente porque o cartão é lindo. Melhor ainda: você se lembrou do cartão e até mesmo o utilizou para contatar o(a) profissional. Bom, eu pelo menos já fiz isso.

Se você é designer, com certeza já tem noções de como montar um cartão – dos conceitos básicos em cores, formas, tipografias, grafismos, ao fechamento do arquivo. Se não é designer, essas dicas serão cruciais para você ter em mente na hora de montar o cartão (seja contratando uma agência, um designer, ou até tentando por conta própria).

Você vai querer um cartão chamativo, mas harmonioso – então as cores devem conversar entre si. Pode haver algum alto contraste, desde que feito de forma inteligente e que não tire a legibilidade do cartão. Evite também os clichês, como o oceano de cartões brancos com azul e vermelho aplicados que chovem por aí. 

Hierarquia de informações. O que é isso? 

É a ordem de prioridade de cada componente do seu cartão. Com certeza ele vai ter pelo menos um nome, cargo, e-mail e/ou telefone e o logo da empresa. Então é importante decidir: o que você quer que tenha mais destaque? Ou melhor, o que será mais relevante para quem recebe esse cartão? Dessa forma, você vai poder decidir quais informações terão mais destaque – seja em tamanho, posicionamento e/ou alguma outra maneira usada para destaque. Ah, e lembrando que é possível usar ambos os lados do cartão, fica um pouco mais fácil decidir o quê vai aonde na hora do layout.

Na parte de tipografia, falamos sobre a fonte usada.

Tente usar ou escolher uma fonte que não conflite com a usada na identidade e/ou logo da empresa, e que apresente as informações de forma clara, mas moderna (se foram os tempos de cartões com fontes serifadas). Um cartão atual, que tenha um visual agradável e de acordo com as tendências atuais é um sinal de preocupação com a apresentação e lhe dá alguns pontos a mais no quesito apresentação.

Por outro lado, fontes serifadas e com traços mais tradicionais podem adicionar um ar de requinte e até serem mais apropriadas, caso estejamos falando de uma marca premium, ou um profissional mais tradicional.

Quanto às formas e grafismos que você pode empregar no cartão de visita, é importante ressaltar que elas devem complementar o design, e não afogá-lo. Alguns cartões acabam tendo uma leitura mais difícil e visual desagradável por conta de elementos gráficos inseridos de forma exagerada, ou pior, que tenham mais destaque do que a informação principal: os contatos do profissional.

Em seguida escolha um formato ou corte para o cartão que vá de encontro com o design elaborado. Seu cartão usa ângulos fechados de 90º, ou o plano é que tenha cantos arredondados? Você tem alguma outra forma ou medida especial em mente? Tudo isso deve ser definido já no gabarito, ou a famosa faca do material, que vai indicar seu corte exato.

No site, você poderá escolher o tipo de papel (substrato), sua gramatura (a densidade do material que influencia em sua resistência e manuseio) e o acabamento (você prefere um cartão fosco, envernizado, ou talvez um pouco dos dois?) desejado. Há cartões pensados já desde o princípio com determinados acabamentos em mente para que tudo corra de forma esperada na hora da impressão e corte.

Precisa de ajuda? Fale com um de nossos especialistas via chat, telefone, email ou mesmo WhatsApp!

Texto por André Schelgshorn


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O seu cliente se decidiu: é hora de ter um cartão de visitas para os negócios, ou para ele(a), como profissional. Já falamos em outra postagem sobre dicas sobre como montar o design geral de um cartão, mas há um item importante que merece mais do que uma simples menção – afinal, é o principal transmissor das informações na peça: a tipografia, ou fonte.

A fonte da criatividade

Existem diferentes famílias de fontes, todas com algum propósito e servindo-o de formas igualmente diferentes. 

A primeira distinção são as serifadas. Sabe a clássica fonte Times New Roman? Repare que no topo de alguns (caso mais comum como em um N ou M maiúsculos), e na base de todos os caracteres, é feito um contato com uma guia invisível, que se observarmos mais de longe, podemos ver claramente formando-se uma linha, de fato. Um guia que mantém o fluxo de leitura mais concentrado, e facilita para que não fique cansativo de se ler, ou não haja muito esforço para seguir esse fluxo.

No contraponto das fontes serifadas, temos as não serifadas – como é o caso da que usamos bastante aqui no site. Essas fontes são, como o nome sugere, livres da serifa, tendo um visual mais moderno, aparência mais agradável e podem ser usadas para dar um toque de mais contemporaneidade à peça (no caso, um cartão de visitas), porém, em casos, em custo de refinamento. 

Outra categoria de tipografia, são as famílias script, ou conhecidas como handwriting. Seu visual se assemelha ao da escrita manual por meio de letras cursivas, ou seja, que unem-se umas às outras, dando uma fluidez à leitura e passando uma característica de elegância, mas ao mesmo tempo conforto e afeto.

Por último, vamos falar um pouco das tipografias modernas. Essas partem, em um conceito básico, de um preceito sem serifas, e tendem a ter um visual incomum, futurista, ou até mesmo personalizado de acordo com a identidade visual da marca. 

Que estilo de fonte usar?

Para decidir qual fonte usar em um cartão, deve-se primeiro levar em conta a identidade visual (algumas marcas têm um guia de identidade visual que dita isso direitinho) da marca – há fontes no logo, se tornando um logotipo? Se sim, opa, há um norte para a definição de fonte! Se não, o processo começa do zero. 

Seu cliente quer que este cartão passe um tom de tradicionalidade ou sofisticação em sua fonte, ou algo moderno, despojado, mas podendo ser igualmente refinado? Se sua resposta vai de encontro com a primeira pergunta, talvez uma fonte serifada ou script cumpra o papel que você busca. Se for a segunda, uma fonte não-serifada ou moderna é a resposta.

Fontes pagas X Fontes gratuitas

Dentre as diversas opções de tipografia disponíveis, principalmente para uso digital, precisamos falar também sobre o fato de existirem fontes pagas, ou seja, conjuntos de caracteres estilizados por um profissional que tem, como um meio de remuneração, o desenvolvimento e suporte à esta fonte, por exemplo.

Ao mesmo tempo, existem também tipografias cujo uso é gratuito (algumas para fins acadêmicos, outras para todas as finalidades), e podem ser encontradas em plataformas como o Google Fonts, que permite o download dessas famílias de tipos, mas não sem dar os devidos créditos ao autor responsável por sua criação. Mesmo sendo gratuitas, é legal contribuir de alguma forma para os criadores dessas tipografias, como uma forma de reconhecimento. 

Há alguns outros sites inspiradores (além dos voltados especificamente para design em geral), e nos quais você pode encontrar fontes para o seu projeto, como o Typespiration, Fontpair, Adobe Fonts, Linotype, entre tantas opções disponíveis.
As duas últimas são opções pagas, por exemplo.

Bom, definida a fonte, é hora de falar sobre legibilidade.

A legibilidade do texto impresso vai depender de diversos fatores, como os elementos gráficos usados, as cores empregadas no projeto, e principalmente, o tamanho da fonte. Existe uma linha tênue entre letrinhas pequenas e difíceis de serem lidas, e letras no estilo “para cego ver”, exageradamente grandes. Existe um certo consenso de se usar algo em torno de 8 a 12 pt, para o tamanho da fonte usada, ao menos na maioria dos casos. Dentro desse espectro de tamanhos, todos podem ser utilizados.

Outro fator importante, seria destacar, por exemplo, o nome da pessoa em tamanho 12 pt, com o cargo ou profissão abaixo em tamanho 8 pt. Isso é chamado de hierarquia das informações – você estaria dando mais destaque ao nome, neste caso, portanto seria a informação automaticamente interpretada como mais importante, e a primeira na ordem de leitura.

Ainda falando de tamanhos, se o contraste contra o fundo for bem empregado, como o exemplo de um fundo claro, e contando com a boa legibilidade da família tipográfica, é possível usar tamanhos menores, até 6 ou 7 pt.

Além de tudo isso, você pode ousar e testar combinar diferentes fontes, usando um tipo para as informações mais relevantes e que serão destacadas, e talvez outro tipo para as informações secundárias, gerando contraste e variação no cartão, o segredo é testar.

Se você for o(a) responsável por montar o layout e arte desse cartão, fica tudo mais fácil. Se, no caso, houver um(a) designer ou agência criando este projeto para você, deixe claras as informações sobre a marca, sua identidade visual, e talvez dê uma sugestão sobre o que o cliente preferir (embora, caso não funcione bem, poderá ser apresentada uma versão alternativa pelo profissional a cargo dessa peça que no fim pode ser uma boa solução).

Leu até aqui e curtiu? Compartilhe o conteúdo com quem possa usar para saber um pouco mais sobre o vasto universo das tipografias disponíveis hoje em dia!

 

Texto por André Schelgshorn


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