Arquivos Marketing e Vendas - Página 2 de 3 - Mr. Print - Gráfica Online

Calendários vêm em muitas formas e tipos. Aqui mesmo na Mr. você encontra calendários de mesa com dobras, wire-o, formato cubo e calendários de parede. Cada um tem seu estilo, e você pode checar com seu cliente qual a ideia inicial, para depois apresentar alternativas ou até formatos complementares. 

 

Por exemplo, para clientes B2C, calendários de parede ou de mesa podem ser boas opções, enquanto para clientes B2B (onde cada detalhe no relacionamento pensado para impressionar pode contar na hora de uma negociação importante), um formato wire-o, mais elaborado, acaba sendo uma boa escolha. Os cubos também garantem uma alta dose de personalização e estilo, sendo bastante adequados aos balcões e lojas.

Dito isso, existem modelos já prontos, os quais podem ou não incorporar alguma personalização simples a critério do cliente, facilitando o processo de criação, e a opção de criar calendários únicos, com projetos especiais. Aqui cabe a você compreender a sua necessidade e do seu cliente, e além: as dos clientes dele(a). 

 

Calendários seguindo padrões e modelos pré-estabelecidos passam a impressão de que houve uma dose especial de cuidado com o material, buscando algo meticulosamente projetado pelo fornecedor para atingir a excelência. Já os projetos especiais deixam claro desde o início que foram pensados com a necessidade específica do cliente em mente, visando fornecer um material para consulta diária que seja estéticamente agradável e fisicamente durável, enquanto único. A atenção está nos detalhes!

Como desenvolver um projeto de calendário a partir do zero?

O primeiro passo é escolher o tipo de impressão que será utilizada, levando em consideração na aplicação planejada para esse impresso. O plano é que fique em uma mesa, em uma parede, geladeira? A partir dessa ideia, deve-se ter um formato em mente, um guia a seguir – não apenas visual, mas uma forma física de impressão e construção/montagem para seguir. Temos um formato ideal para cada necessidade – confira no site.

 

Em seguida, vem a diagramação. Isso define o esqueleto de cada página, cada semana, cada dia listado. Após a diagramação, que deve ser feita de acordo com a distribuição oficial de datas conforme previsto para o ano em questão (como as quantidades de dias das semanas, e seus números exatos), pode-se pesquisar todos os feriados e datas comemorativas pertinentes ao material e/ou ao cliente para a demarcação nas folhas.

Agora é a hora da personalização do projeto, incluindo toda a parte de arte e definição de cortes especiais, se houverem. É importante que um calendário, mesmo que altamente personalizado, mantenha sua funcionalidade de forma clara: deve ser prático e de fácil leitura das datas. Tendo tudo isso em mente, é hora de definir a faca para esse material e mandar ver na impressão!

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Salve ou até mesmo compartilhe com quem você acredita poder fazer bom proveito das dicas também!

E lembre-se, conte sempre com a Mr. caso tenha quaisquer dúvidas!

Até a próxima!

Texto por André Schelgshorn


Descubra a história inspiradora de
uma empreendedora de sucesso!

Hoje, temos o prazer de compartilhar com você uma história emocionante de determinação, coragem e sucesso. Conheça a trajetória de uma empreendedora que conquistou o Prêmio Mulher Empreendedora Taboanense, realizado em março deste ano – mês que se comemora o Dia Internacional da Mulher (8) – em Taboão da Serra-SP.

Ao longo desta entrevista exclusiva, você terá a oportunidade de conhecer um pouco da jornada inspiradora dessa empreendedora e descobrir os segredos por trás de seu triunfo empreendendo no ramo gráfico.

Sem mais delongas, convidamos você a conhecer um pouco da história da Juliana Camargo, 37 anos, que mora em Taboão da Serra-SP.

Prepare-se para se inspirar.
Boa leitura.

 1. Como você se sente tendo seu trabalho reconhecido com este prêmio? Imaginamos que o caminho até aqui tenha sido longo, mas a conquista foi muito gratificante!

Receber este prêmio é uma sensação indescritível, que mistura gratidão, orgulho e até um pouco de surpresa. O caminho até aqui foi repleto de desafios e aprendizados, momentos de dúvida e superação. Ter meu trabalho reconhecido dessa forma é uma validação do esforço e da dedicação que investi ao longo do tempo.

 

2. Quando e como foi seu início no ramo gráfico?


Meu início foi em 2005 , comecei para ajudar meu pai na pequena gráfica que  tinha e com seus ensinamentos fui aprendendo cada vez mais a conquistar meu espaço e amando cada  vez mais esse ramo que mudou a minha história.

 

3. Quais foram os principais desafios nesse começo?

No início da minha jornada, enfrentei diversos desafios que foram cruciais para o meu crescimento e desenvolvimento profissional. Alguns dos principais foram:


• Falta de Experiência:

Como todo iniciante, enfrentei a falta de experiência prática na área em que estava ingressando.Preconceito por na época ser uma área mas dominada por homens. Isso exigiu um grande esforço para aprender rapidamente e me adaptar às demandas do trabalho.

• Autoconfiança:
No início, duvidei da minha capacidade de competir com profissionais mais experientes e qualificados. Superar essa falta de autoconfiança foi um desafio constante, que demandou muito trabalho na construção da minha autoestima e habilidades.

 

4. Como você vê a importância de um parceiro como a Mr. em sua trajetória até aqui?
A Mr. Print foi uma parceria essencial para o meu crescimento, digo  que foi a parte de alavancar mesmo minha empresa com as soluções que eles apresentam.

 

5. O que fez com que você escolhesse a Mr. para te acompanhar nesta jornada, e o que mais aprecia nesta parceria?

 

• Confiança: Parceiros confiáveis com uma boa reputação no mercado e são reconhecidos por sua credibilidade.

• Qualidade dos Serviços ou Produtos:
A qualidade dos produtos ou serviços oferecidos é um fator crucial para escolher um parceiro comercial. Parceiros que oferecem produtos ou serviços de alta qualidade tendem a ser mais valorizados.

• Atendimento:
O atendimento é 100% humanizado com profissionais que têm interesse em realmente te ajudar com as dificuldades, Manu e Thiago são partes essenciais no meu crescimento, estão sempre buscando me atender no que preciso. Só tenho a agradecer mesmo.

 

6. O que você espera no futuro, quais são seus planos para seu negócio e como você visualiza seu futuro profissional?

Agora, mais do que nunca, sinto-me motivada e inspirada a continuar buscando a excelência, a inovação e a contribuição para o mundo ao meu redor. Este prêmio é um lembrete poderoso de que vale a pena persistir e perseguir os meus sonhos, independentemente dos desafios que possam surgir no caminho.

 

7. Quais dicas você daria para quem está começando no ramo gráfico?
Pode compartilhar uma mensagem de incentivo?

Certamente!

Aqui estão algumas dicas para quem está começando no ramo gráfico:

• Aprenda Constantemente:
Esteja sempre em busca de conhecimento e atualização nas tendências, técnicas e ferramentas do design gráfico. Cursos online, workshops e tutoriais podem ser ótimos recursos para aprender e aprimorar suas habilidades.

• Pratique Regularmente:
A prática é fundamental para melhorar suas habilidades. Dedique tempo diariamente para praticar diferentes técnicas de design, experimentar novas ideias e projetos pessoais.

• Tenha fé e apaixone-se pelo que faz, quem faz o que gosta não trabalha porque o dia a dia se torna um hobby.

 

 

 

Agora é a hora da personalização do projeto, incluindo toda a parte de arte e definição de cortes especiais, se houverem. É importante que um calendário, mesmo que altamente personalizado, mantenha sua funcionalidade de forma clara: deve ser prático e de fácil leitura das datas. Tendo tudo isso em mente, é hora de definir a faca para esse material e mandar ver na impressão!

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E lembre-se, conte sempre com a Mr. caso tenha quaisquer dúvidas!

Até a próxima!

Cardápios, ou menus, são a vitrine de todo estabelecimento comercial do ramo alimentício, mas não apenas isso: essas peças são também utilizadas nas mais variadas ocasiões e eventos, como casamentos, por exemplo. Por isso, o formato, aparência e substrato utilizados na confecção desses impressos pode variar drasticamente, com a finalidade de melhor encaixá-los no contexto em que serão utilizados/entregues. 

Começando pelos formatos:

Um cardápio e seu formato de impressão dependem muito da variedade do menu, a quantidade de opções oferecidas pela cozinha, o nível de detalhes sobre cada prato/item, tamanho de fonte utilizada e/ou de fotos empregadas para ilustrar de forma complementar cada item listado.

Dito isso, vemos cardápios de diferentes tipos – desde folhetos simples, com impressão frente e verso, à folders com até 3 dobras e diferentes acabamentos usados na mesma peça. 

 

Mas qual cardápio é o mais indicado para o caso do seu cliente

 

Vamos começar pelo mais simples aqui: eventos. 

 

Se esse impresso vai fazer parte da divulgação do menu oferecido em um evento, as chances são de que a variedade de itens não seja lá tão grande. Nesse caso, muitas vezes um folheto é o suficiente para descrever as opções disponíveis. No máximo, talvez você já tenha visto um folder de dobra única, principalmente quando se oferecem entradas, pratos principais, acompanhamentos e sobremesas. Ah, e claro, os drinques.

Para um estabelecimento como uma lanchonete, ou uma pizzaria, ter um cardápio objetivo é sempre a melhor opção – justamente porque, geralmente, serão servidos lanches como sanduíches, por exemplo, que levam menos tempo para preparo do que um prato mais complexo. Então a ideia aqui é oferecer praticidade em primeiro lugar, como é o conceito para fast-food em geral. Em casos, as opções são apresentadas de maneira ainda mais simples e objetiva, como em conjuntos americanos já dispostos sobre a mesa, que servirão de cardápio, e bem, conjunto americano!

Quando falamos em um restaurante mais tradicional, nosso leque se abre.

Um cardápio pode ir além do trivial, e acompanhar a estética e a cozinha servida. Algo mais caseiro, diário, com pratos comuns para almoços, por exemplo, pode ser apresentado de maneira mais simples, em papel de gramatura menor, substrato sem acabamento especial além do envernizamento. Enquanto isso, uma culinária mais requintada pode pedir, por exemplo, um cardápio com 3 dobras, substratos como o reciclado ou perolux, além de acabamentos como uma laminação fosca bopp. 

Iluzjon Café Bar - Michal Loba
Trish pham design

Mas não apenas a esses formatos ficam restritos os cardápios. Se seu cliente é, por exemplo, como citamos anteriormente, um estabelecimento rebuscado, como um bistrô de culinárias estrangeiras, e com muitas opções a serem oferecidas, você pode sugerir diferentes formatos para apresentação deste menu, fugindo do ordinário. Que tal utilizar um formato de catálogo, para um projeto personalizado? Isso permitiria o uso de imagens em bons tamanhos e resoluções, além de tornar a apresentação mais impactante – afinal, estaríamos falando de um cardápio com páginas e páginas. 

 

Quem sabe, também, se não seria interessante um projeto utilizando o formato de um calendário wire-o para criar um menu totalmente fora do comum? São infinitas possibilidades quando pensamos em todos os formatos e layouts possíveis – afinal, a organização da arte também vai fazer toda a diferença no material impresso, podendo fazer bom uso do tipo de impressão escolhida, unindo criatividade e usabilidade.

 

Seja como for, um cardápio pode vir em “diferentes sabores” – basta você ajudar seu cliente a ter aquela ideia perfeita para o negócio dele, apresentando as inúmeras opções disponíveis.

Texto por André Schelgshorn


Você conhece a impressão DTF UV? A Mr. te explica um pouco mais sobre esta novidade em nosso portfólio

A Mr. está sempre em busca de novidades para integrar em nosso portfólio de produtos – no seu portfólio de produtos, para sermos mais precisos. Esta busca constante passa desde o desenvolvimento de novos produtos, aquisição de novos maquinários, melhorias de processos, à adoção de novas técnicas. E uma delas está chegando agora mesmo por aqui: conheça a impressão DTF UV.

 

A sigla DTF vem do inglês, Direct to Film, ou diretamente sobre o filme, em português. O próprio nome da técnica já aborda de maneira simplificada o funcionamento da mesma, com a aplicação do pigmento sobre um filme que é então pressionado contra uma superfície para criar a impressão. Mas as coisas não são tão simples assim, e é claro que vamos explicar melhor o processo! 

 

Começando pelo DTF padrão, que serve como uma teoria base (mas aplicada para tecidos) para o que é feito com a versão fazendo uso de luz ultravioleta (UV). Tudo começa com a transferência do pigmento para a folha produzida em PET (uma folha de tereftalato de polietileno). Esse processo de impressão sobre o filme é então seguido pela aplicação de pó adesivo hot-melt. Após a aplicação do pó adesivo, o filme é passado por uma prensa térmica, firmando e assegurando a impressão (agora adesiva) na folha PET. Com tudo pronto, o material está pré-colado e pronto para a transferência para a superfície que deverá ser personalizada. Na hora da aplicação, este filme é aplicado e prensado por outra prensa quente por cerca de 20 segundos na superfície desejada (processo chamado de “cura”), firmando a impressão no material. Com o processo de transferência dos pigmentos concluída, basta o aplicador remover o filme de casca (folha plástica que protege o lado oposto do material) e está pronta a personalização do tecido desejado. 

 

Até aí, tudo bem? Certo! Agora vamos falar da versão com UV do DTF, que traz algumas diferenças fundamentais no processo de produção, assim como aplicações também diferentes. O básico segue igual, com o uso de uma camada de filme PET para receber a impressão. Esta primeira camada é adesiva, e recebe a impressão com tintas sensíveis à tinta ultravioleta. Após a impressão realizada, uma nova camada adesiva ainda mais forte é agora posicionada e pressionada contra a primeira, “prensando” a tinta entre as duas superfícies. Com as duas camadas agora juntas e com a impressão em meio a elas, o filme passa então por uma laminadora UV que irá secar aquela tinta contra o filme. Na hora da aplicação, assim que a segunda camada face (a com capacidade adesiva mais forte que mencionamos antes) é removida, a impressão é transportada daquela primeira camada (onde foi originalmente impressa), e se torna transferível, graças à este poderoso adesivo. Basta, então, aplicar este adesivo contra o objeto/superfície a ser personalizado, e pronto!

 

A impressão DTF UV é um processo mais rápido e versátil do outros métodos mais caros ou complexos, como a impressão via laser em superfície rígida, que exige maquinário específico para garantir a possibilidade de criação. Além disso, é possível, a partir do mesmo material, criar uma série de produtos personalizados sem que haja a necessidade de grandes adaptações além de proporção e dimensionamento de arte para respeitar os limites de uma superfície. A modalidade DTF UV também permite que se realize a personalização fora de um ambiente industrial, já que o adesivo já está pronto para aplicação onde quer que seja.

 

Ao trazermos esta tecnologia para a Mr., queremos empoderar o seu negócio, abrindo um leque completamente novo de opções para serem exploradas com seus clientes. Isto inclui a criação de brindes personalizados para marcas e empresas, por exemplo – sendo uma superfície rígida, você poderá personalizá-la com uma folha DTF UV produzida aqui na Mr. Print. Até mesmo produtos já existentes podem ser contemplados com uma nova camada de personalização, como é o exemplo dos squeezes que já temos em portfólio: com folhas DTF UV personalizadas, é possível ir além do padrão, oferecendo ainda mais opções para seus clientes.

 

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Texto por André Schelgshorn


Bom, se você chegou aqui, imaginamos que você tenha um plano em mente, mas talvez não saiba bem como colocá-lo em ação
– e é quase certeza de que esse plano seja a montagem do seu cartão de visitas.
Acertamos?

A Mr. Print é a sua melhor parceira em gráficas online, e vamos te dar algumas dicas para ajudar no processo!
Vamos lá?

Design: o começo, meio e fim do cartão de visitas.

O que será feito aqui, pode literalmente definir o sucesso, ou não, do cartão. Mas, o que seria o sucesso de um cartão de visitas? Bem, com certeza alguma vez você recebeu o cartão de algum profissional e apenas de bater os olhos, gostou do visual e o guardou. E por vezes, guardou até por muito tempo – mesmo que não contrate mais aquele profissional – simplesmente porque o cartão é lindo. Melhor ainda: você se lembrou do cartão e até mesmo o utilizou para contatar o(a) profissional. Bom, eu pelo menos já fiz isso.

Se você é designer, com certeza já tem noções de como montar um cartão – dos conceitos básicos em cores, formas, tipografias, grafismos, ao fechamento do arquivo. Se não é designer, essas dicas serão cruciais para você ter em mente na hora de montar o cartão (seja contratando uma agência, um designer, ou até tentando por conta própria).

Você vai querer um cartão chamativo, mas harmonioso – então as cores devem conversar entre si. Pode haver algum alto contraste, desde que feito de forma inteligente e que não tire a legibilidade do cartão. Evite também os clichês, como o oceano de cartões brancos com azul e vermelho aplicados que chovem por aí. 

Hierarquia de informações! O que é isso?

É a ordem de prioridade de cada componente do seu cartão. Com certeza ele vai ter pelo menos um nome, cargo, e-mail e/ou telefone e o logo da empresa. Então é importante decidir: o que você quer que tenha mais destaque? Ou melhor, o que será mais relevante para quem recebe esse cartão? Dessa forma, você vai poder decidir quais informações terão mais destaque – seja em tamanho, posicionamento e/ou alguma outra maneira usada para destaque. Ah, e lembrando que é possível usar ambos os lados do cartão, fica um pouco mais fácil decidir o quê vai aonde na hora do layout.

Na parte de tipografia, falamos sobre a fonte usada. 

Tente usar ou escolher uma fonte que não conflite com a usada na identidade e/ou logo da empresa, e que apresente as informações de forma clara, mas moderna (se foram os tempos de cartões com fontes serifadas). Um cartão atual, que tenha um visual agradável e de acordo com as tendências atuais é um sinal de preocupação com a apresentação e lhe dá alguns pontos a mais no quesito apresentação.

Por outro lado, fontes serifadas e com traços mais tradicionais podem adicionar um ar de requinte e até serem mais apropriadas, caso estejamos falando de uma marca premium, ou um profissional mais tradicional.

Quanto às formas e grafismos que você pode empregar no cartão de visita, é importante ressaltar que elas devem complementar o design, e não afogá-lo. Alguns cartões acabam tendo uma leitura mais difícil e visual desagradável por conta de elementos gráficos inseridos de forma exagerada, ou pior, que tenham mais destaque do que a informação principal: os contatos do profissional.

Hora de imprimir!

Em seguida escolha um formato ou corte para o cartão que vá de encontro com o design elaborado. Seu cartão usa ângulos fechados de 90º, ou o plano é que tenha cantos arredondados? Você tem alguma outra forma ou medida especial em mente? Tudo isso deve ser definido já no gabarito, ou a famosa faca do material, que vai indicar seu corte exato. 

No site, você poderá escolher o tipo de papel (substrato), sua gramatura (a densidade do material que influencia em sua resistência e manuseio) e o acabamento (você prefere um cartão fosco, envernizado, ou talvez um pouco dos dois?) desejado. Há cartões pensados já desde o princípio com determinados acabamentos em mente para que tudo corra de forma esperada na hora da impressão e corte.

 

Precisa de ajuda? Fale com um de nossos especialistas via chat, telefone, email ou mesmo WhatsApp!

Texto por André Schelgshorn


Dia das Empresas Gráficas

Hoje, nós da indústria gráfica comemoramos não apenas o nosso dia, mas séculos de evolução tecnológica e muito esforço até termos a praticidade em impressão que temos atualmente. Por muito tempo, os registros humanos ficavam documentados em materiais escritos ou entalhados à mão, processos que impediam que uma obra textual pudesse ser veiculada em massa.

Foi durante o final do século II d.C., que os chineses desenvolveram um método ainda arcaico, mas mais eficiente de criar seus impressos – já que já tinham os papéis e as tintas. Eram feitas placas de mármore (400 anos depois, substituído pela madeira), onde se aplicava a tinta, e em seguida, se pressionava a placa contra o papel. Familiar, não? Pense nessa placa como um carimbo gigante. 

Já no século XI, um alquimista chinês, Pi Cheng, criou o que seriam os primeiros tipos móveis: letras que poderiam ser rearranjadas para formarem diferentes textos. Infelizmente, seu projeto acabou passando despercebido e não se popularizou.

No século VIII, o método se tornou uma forma de barganha entre chineses e árabes, mais como um serviço prestado do que a venda do método em si. 

Enquanto isso, no mundo ocidental, os impressos foram ganhar vida apenas em meados do século XV, com os experimentos do alemão Johannes Gutemberg, ao testar caracteres, letras, em alto relevo ao invés de esculpidas para “imprimir” em papel. O experimento deu origem à sua primeira impressão, feita de 1450 a 1455: uma bíblia, inteiramente impressa. Seu sucesso se deu pelo aprimoramento do método, criando não apenas os tipos, separados e propostos de trás para frente (para que saíssem na perspectiva correta no papel), mas uma máquina que trouxesse uma forma de mais rapidamente rearranjar os tipos, e rapidamente prensá-los contra o papel. Começou, assim, a era da impressão tipográfica, que tornou livros e outros materiais contendo conhecimentos mais acessíveis, embora que ainda restritos aos mais abonados da sociedade.

Esse método foi utilizado até o século XIX, quando as impressões agora iam além de livros, mas chegavam também aos jornais, impressos mais simples que transmitiam notícias atuais para a população.

De lá pra cá, a tecnologia evoluiu drasticamente, até o ponto em que estamos agora – a impressão gráfica é ultra-veloz, precisa, eficiente e estamos entrando até em uma nova era: a das impressões 3D. 

Onde vamos chegar, apenas o futuro dirá – mas se o curso da história nos ensinou algo, é que há sempre espaço para inovação, seja no setor gráfico, ou em qualquer outro.

É com essa pincelada na história de nossa profissão que gostaríamos de homenagear a todos que trabalham na indústria gráfica: vocês movem a informação, de página em página, ao redor do mundo!

Parabéns pelo nosso dia! <3

 

Texto por André Schelgshorn


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